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	<title>Tiê &#8211; A MÚSICA VIVE</title>
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	<description>Eternizar a música na vida das pessoas</description>
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		<title>Radar AMV: O que faz um show funcionar em um evento corporativo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Paula]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2026 14:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Institucional]]></category>
		<category><![CDATA[Curadoria musical]]></category>
		<category><![CDATA[Evento corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[Tiê]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo dados da DataEventos, o número de eventos corporativos no Brasil cresceu 19,98% em 2025. Mais empresas apostando em experiências ao vivo, mais opções no mercado — e mais pressão para que cada escolha faça sentido. Nesse volume todo, ficou mais fácil contratar. E mais fácil errar. O problema é a falta de critério O...<p><a rel="bookmark" class="theme-button-text wvc-button wvc-button-size-xs" href="https://amusicavive.com/2024/radar-amv-o-que-faz-um-show-funcionar-em-um-evento-corporativo/"><small class="wvc-button-background-fill"></small><span>Continue reading</span></a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo dados da DataEventos, o número de eventos corporativos no Brasil cresceu 19,98% em 2025. Mais empresas apostando em experiências ao vivo, mais opções no mercado — e mais pressão para que cada escolha faça sentido.</p>
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<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]">Nesse volume todo, ficou mais fácil contratar. E mais fácil errar.</p>
<p class="font-claude-response-body break-words whitespace-normal leading-[1.7]"><strong>O problema é a falta de critério<br />
</strong>O processo costuma seguir um caminho parecido: alguém sugere um nome que gosta, pesquisa no Instagram, pede orçamento. Se o cachê couber, fecha.</p>
</div>
</div>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 []">O resultado é um show que acontece, mas não necessariamente funciona.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Pra que isso aconteça, o público precisa sair diferente de como entrou. O artista precisa reforçar a mensagem que a empresa queria comunicar. Aquele momento precisa virar memória, e não somente programação.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><strong data-prosemirror-content-type="mark" data-prosemirror-mark-name="strong">Contexto antes de nome<br />
</strong>O primeiro critério não deveria ser &#8220;quem é o artista&#8221;, mas &#8220;quem é o público e o que este evento precisa comunicar&#8221;.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Uma confraternização de fim de ano pede uma energia. Um lançamento de produto pede outra. Uma convenção de vendas, outra completamente diferente. O artista certo para um contexto pode ser o errado para o outro, independentemente do tamanho do nome.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><strong data-prosemirror-content-type="mark" data-prosemirror-mark-name="strong">Presença de palco é técnica, não sorte<br />
</strong>Existem artistas que leem a sala. Que percebem quando o público está aquecido ou retraído e ajustam a entrega. Que criam momentos de interação sem forçar.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Essa capacidade não aparece no número de seguidores, mas sim no histórico de shows, no tipo de palco que o artista frequenta, na forma como ele se relaciona com públicos diferentes dos seus fãs habituais.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><strong data-prosemirror-content-type="mark" data-prosemirror-mark-name="strong">Produção é parte da experiência<br />
</strong>Em 2026, os eventos corporativos são cada vez mais multissensoriais: a ambientação, o som e a luz são pensados como parte da narrativa da marca. Isso significa que a produção não é detalhe operacional, mas sim, parte do que o público vai sentir e lembrar.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Quando a música entra como extensão da narrativa do evento o impacto é outro. O show precisa ter uma função clara dentro do roteiro.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Ainda segundo a DataEventos, a taxa de conversão de propostas no setor de eventos caiu de 66,22% para 57,45% entre 2024 e 2025 — sinal de que as empresas estão mais criteriosas antes de fechar contratos. Quem ainda contrata por indicação ou feeling vai continuar errando, e pagando pelo erro.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Uma boa curadoria é o que garante que o investimento em música dentro de um evento gere o retorno que justifica a linha no orçamento.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Quer entender como a AMV pensa a curadoria musical para eventos corporativos? Fale com a gente.</p>
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